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“Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva/ E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva...”. Esse é um trecho bem conhecido da música Aquarela, de Toquinho e Vinícius de Moraes. O lápis é um utensílio que acompanha a vida das pessoas desde a infância até a terceira idade — seja para fazerem os primeiros rabiscos e desenhos até a escrita.
Entre os dias 26 e 28 de setembro, os servidores do Tribunal de Contas de Santa Catarina e demais participantes do V Fórum Nacional de Bibliotecários e Arquivistas dos Tribunais de Contas podem conferir uma exposição de lápis, na Biblioteca do TCE/SC. A coleção, com cerca de 1.600 lápis, é do bibliotecário do TCE/PR, Maury Antônio Cequinel Junior.
Segundo o colecionador, os servidores dos TCs terão a oportunidade de ver lápis vindos de todas as regiões do Brasil e também de Cuba, Japão, EUA, Panamá, Galápagos, Rússia, Polônia e de outros lugares. Ele conta que o mais antigo é de 1946. Além disso, destaca que a coleção contempla lápis das décadas de 50 e 60, que eram usados como propaganda, “já que a caneta era bem mais cara”, lápis maiores do que o normal — medindo 53 cm —, outros com tema infantil e com enfeites e até alguns que eram usados por contadores em livro-caixa.
O bibliotecário do TCE/PR é membro do Grupo Bibliocontas. Foi coordenador do Grupo de 2003 a 2008. Além de lápis, é colecionador de marcadores de texto.
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