Servidores e colaboradores participaram, nesta terça-feira (15/10), da palestra “Diálogos Institucionais: Prevenção e Enfrentamento do Assédio e Discriminação”, na sede do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC). O encontro foi uma iniciativa da Corregedoria-Geral da Instituição, que convidou o auditor federal de finanças e controle Fabian Maia para abordar o assunto.
Maia é uma referência no enfrentamento do assédio moral e sexual e das situações de discriminação nas instituições públicas. Na oportunidade, o especialista compartilhou exemplos práticos de situações que são balizadoras para definir juridicamente quando ocorre o assédio ou a discriminação.
Segundo o auditor da Corregedoria- Geral da União, “é preciso estar atento quando se avança à dignidade do outro. É a pessoa que dá o limite. O alerta anterior faz o dolo”.
O objetivo desse encontro foi proporcionar uma compreensão completa dos temas, a partir de uma base teórica e prática, e assim estimular a promoção e implementação de políticas de prevenção e enfrentamento aos assédios moral e sexual no âmbito do Tribunal.
“Como o tribunal da governança pública, sentamos com as pessoas para discutir temas importantes para a sociedade. Somos um tribunal que dialoga, que investe em educação como forma de transformação das pessoas e como forma de aprimoramento da administração pública. Isso também envolve a nossa cultura interna, de modo que nós estejamos conscientes e engajados, juntos para enfrentar questões importantes no âmbito interno, como é o caso do assédio e da discriminação, não apenas no ambiente de trabalho, mas em toda sociedade. Por isso realizamos estes eventos, para reforçar o nosso compromisso rumo ao enfrentamento de questões como essa”, destacou o conselheiro Aderson Flores, na abertura da palestra.
A atividade, parte da campanha permanente acerca da conscientização e do combate aos assédios moral e sexual nos tribunais de contas, foi dividida em três etapas: assédio no ambiente de trabalho, políticas de prevenção e enfrentamento, e análise de casos reais.
A iniciativa atende a uma das metas do Plano de Ação da Corregedoria para 2024, que busca fortalecer as políticas institucionais de enfrentamento ao assédio e à discriminação.
“Tenho certeza de que sairemos daqui inspirados a contribuir ativamente para a construção de um ambiente cada vez mais justo e inclusivo”, pontuou Rogério Guilherme, chefe de Gabinete da Corregedoria-Geral.
Na plateia, também havia servidores de outras instituições, entre elas Corregedoria-Geral da União, Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Ministério Público de Santa Catarina, Corregedoria-Geral de Florianópolis, Controladoria-Geral de Florianópolis, Secretaria de Segurança Pública, Instituto de Previdência de Santa Catarina e Prefeitura da Capital.
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