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O Tribunal de Contas de Santa Catarina elegeu, nesta segunda-feira (18/12), os conselheiros José Carlos Pacheco e Wilson Rogério Wan-Dall para os cargos de presidente e vice-presidente do Órgão, respectivamente, para o biênio 2007/2009. Na mesma sessão extraordinária do Tribunal Pleno, o conselheiro Luiz Roberto Herbst foi eleito corregedor-geral do TCE. A sessão especial de posse está marcada para o dia 1º de fevereiro/2007, em Florianópolis, em local e horário a serem definidos.
A continuidade administrativa - para que o Tribunal mantenha a sua posição de referência, tanto nacional quanto internacional - está entre as prioridades do presidente eleito, José Carlos Pacheco, que atualmente ocupa a vice-presidência da Corte catarinense. Entre as ações, estão a intensificação do papel de fiscalização e de orientação, a ampliação da área física do TCE de Santa Catarina, a conclusão total do novo sistema de fiscalização das contas públicas (e -Sfinge).
Projetos novos para os próximos dois anos serão discutidos logo após a posse. Pacheco adiantou que uma reunião será realizada com a participação do vice-presidente, Wilson Wan-Dall e do corregedor-geral, Luiz Roberto Herbst, além de diretores. O objetivo é montar um programa, seguindo as prioridades eleitas pelo planejamento estratégico do TCE e pelo Programa de Modernização do Controle Externo de Estados, Distrito Federal e Municípios Brasileiros (Promoex), com ênfase na agilização dos procedimentos de controle.
Em sua rápida manifestação, o presidente eleito aproveitou para agradecer a presença dos diretores e servidores do Tribunal e dos auditores aposentados, Thereza Marques, Altair Debona Castelan, Evângelo Spyros Diamantaras e Ignácio Queiroz, presentes à sessão, além do auditor Clóvis Mattos Balsini. "Quero compartilhar esta alegria, especialmente, com quem convivi por três décadas", enfatizou, referindo-se aos auditores.
Logo depois de anunciar o resultado da votação, Gilson dos Santos - que assumiu a presidência do TCE no dia 12 de setembro para dar continuidade à gestão 2005/2007, diante da renúncia do conselheiro aposentado Luiz Suzin Marini - cumprimentou os eleitos, todos escolhidos por unanimidade. "É produto da confiança", destacou Santos, ao ressaltar que "o poder tem que ser dividido com aqueles que querem prestar a sua colaboração".
Ao usar da palavra, o conselheiro Salomão Ribas Junior - que já presidiu o Órgão por oito anos - lembrou a trajetória do presidente eleito na Corte catarinense. "A galeria onde pontificam aqueles que tiveram o privilégio de fazer longa carreira nos Tribunais de Contas brasileiros - como servidores ou auditores - e chegaram à Presidência, torna-se hoje enriquecida com a escolha do conselheiro José Carlos Pacheco", salientou. É que o novo presidente ingressou no TCE em 1974 para exercer o cargo de Auditor, assumindo como conselheiro em 2002.
Ao destacar a confiança no trabalho dos conselheiros Pacheco, Wan-Dall e Herbst, Ribas Jr. aproveitou para enaltecer a gestão de Gilson dos Santos. "A gestão do conselheiro Gilson se caracterizou por medidas administrativas e políticas que fizeram com que esta Casa crescesse perante a opinião pública", elogiou, comentando que a foi "uma gestão realizadora, inovadora e que se traduziu em um passo a mais para a melhoria qualitativa do trabalho do Tribunal".
Os conselheiros Moacir Bertoli e César Filomeno Fontes e o procurador-geral do Ministério Público junto ao TCE também prestaram homenagens, tanto aos novos presidente, vice-presidente e corregedor-geral, quanto ao presidente Gilson dos Santos. "Estamos confiantes de que o Tribunal continuará respondendo aos chamamentos da sociedade catarinense", disse o conselheiro Bertoli.
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