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TCE/SC passa a integrar acordo de cooperação para proteção às mulheres e monitoramento de violência doméstica

seg, 11/05/2026 - 17:00
Resumo em linguagem simples

O Tribunal de Contas de Santa Catarina aprovou, em 17 de abril de 2026, o termo aditivo ao Acordo de Cooperação Técnica n.  094/2025/MP. O relator foi o conselheiro Luiz Eduardo Cherem. Com isso, o TCE/SC passa a fazer parte de ações integradas para acompanhar e fiscalizar o uso de monitoramento eletrônico de agressores e medidas de proteção às mulheres vítimas de violência. A iniciativa fortalece a atuação conjunta entre os órgãos públicos, sem custos entre os participantes.

Banner horizontal com foto desfocada de uma mulher sentada no chão, com o corpo encolhido e os braços envolvendo as pernas, em ambiente completamente branco. Sobre a foto, à esquerda, o texto “Proteção às mulheres” em letras brancas e em caixa alta. No canto inferior direito, logo do TCE/SC.

O Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC) passa a integrar as ações compartilhadas de monitoramento de violência doméstica e familiar contra a mulher em Santa Catarina. Foi aprovada, em 17 de abril, a minuta do aditivo ao Termo de Cooperação Técnica n. 094/2025/MP, que envolve também o Ministério Público de Santa Catarina, o Poder Judiciário estadual e órgãos do Executivo. A Decisão n. 481/2026 foi publicada no Diário Oficial Eletrônico (DOTC-e) de 30 da abril de 2026.  

O processo teve como relator o conselheiro Luiz Eduardo Cherem, que votou pela aprovação do aditivo, destacando a regularidade formal da proposta e o interesse público envolvido na iniciativa. O Executivo estadual será representado pelas Secretarias de Estado da Justiça e Reintegração Social, da Assistência Social, Mulher e Família e da Segurança Pública.  

O termo aditivo tem como objetivo integrar o TCE/SC às ações interinstitucionais voltadas à gestão, avaliação e fiscalização da monitoração eletrônica de autores de violência doméstica e familiar contra a mulher, bem como dos dispositivos de segurança destinados às vítimas. A cooperação busca fortalecer a atuação coordenada entre os órgãos participantes e aprimorar o acompanhamento de políticas públicas nessa área.  

O instrumento não prevê transferência de recursos financeiros entre os partícipes e está alinhado aos princípios de cooperação e eficiência da administração pública, contribuindo para maior efetividade das ações governamentais de proteção às mulheres.

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