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O Coral do TCE/SC fará apresentação na 3ª Feira Literária de Florianópolis (FLIF), neste sábado (30/5), na cabeceira insular da Ponte Hercílio Luz, às 11h. Com programação cultural gratuita das 10h às 18h, o evento, organizado pela Academia Catarinense de Letras, integra as comemorações dos 100 anos da ponte.
A música e a literatura vão se encontrar neste sábado (30/5), na cabeceira insular da Ponte Hercílio Luz, no Centro da Capital catarinense, durante a 3ª Feira Literária de Florianópolis (FLIF). Isso porque uma das atrações da programação gratuita é a apresentação do Coral Hélio Teixeira da Rosa, do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC), marcada para as 11h.
Promovida pela Academia Catarinense de Letras, a FLIF reunirá atividades culturais ao longo do dia, das 10h às 18h, e integra as comemorações pelos 100 anos da Ponte Hercílio Luz, um dos principais cartões-postais do Estado. Inicialmente prevista para o dia 9 de maio, a feira precisou ser adiada devido às chuvas, mas manteve a programação para o fim do mês no mesmo local.
Para a apresentação, o Coral do TCE/SC preparou um repertório especial, dedicado à cultura local. Acompanhado pelo tecladista Maurício da Silveira e sob regência do maestro Gabriel Stortz, o grupo interpretará canções que valorizam a identidade, as paisagens e as tradições da Ilha de Santa Catarina.
Entre as músicas, estão clássicos como Rancho de Amor à Ilha, Canção Praieira, Cantigas do Boi de Mamão e Ilha, além de outras composições que celebram a riqueza cultural não só de Florianópolis, mas de Santa Catarina.
Segundo o maestro Gabriel Stortz, o repertório foi pensado como uma homenagem à história e à sensibilidade catarinense. “Cada canção carrega elementos da nossa identidade, seja na poesia, na melodia ou nas referências culturais. Nosso objetivo é proporcionar uma experiência que conecte o público às suas próprias raízes”, destaca.
Mais do que um momento artístico, a participação do coral também reforça o papel institucional do Tribunal de Contas na valorização da cultura e no diálogo com a sociedade.
Para o diretor artístico do coral, Rogério Guilherme de Oliveira, iniciativas como essa fortalecem o vínculo com o público. “Mais do que uma apresentação musical, trata-se de uma ação que valoriza a cultura local e fortalece o vínculo do Tribunal com a sociedade. A arte tem esse poder de aproximar, sensibilizar e dar novos sentidos à nossa atuação institucional”, afirma.
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