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Diário do Ciclo

ter, 24/07/2012 - 16:42
Diário do Ciclo

Por Magda Audrey Pamplona

Os servidores do TCE/SC que participarão do Ciclo esta semana vão pegar um friozinho. O evento subiu a serra e vai dar uma esticada até o meio-oeste, onde as temperaturas também costumam ser bem baixas nessa época do ano. As etapas ocorrem em Lages (24/7), Videira (25/7) e Campos Novos (26/7). Mas este Diário do Ciclo é referente à etapa da Grande Florianópolis, realizada na última quinta-feira (19/7), em Palhoça. Devido a outras prioridades da Acom, ainda não tinha conseguido escrever o relato dos bastidores, mas o retorno do público interno tem sido tão positivo quanto ao Diário, que não poderia deixar de fazê-lo, mesmo que com atraso.

A etapa da Grande Florianópolis, não demanda grandes deslocamentos dos servidores do TCE/SC, muito menos dormir em outra cidade. Alguns vão direto para o evento, com carro próprio, o que acaba não rendendo muitas histórias. Por isso esse Diário será mais curtinho.

Um total de sete servidores, incluindo o motorista e eu que lhes escrevo, saíram do TCE/SC, às 7h30, na Sprinter cinza. Antes de partir, fomos presenteados com mini chocolates Toblerone, pelo Tancredo (Acom), “o vivo”, como ele costuma dizer. Agradeci a gentileza, mas o chocolate ficaria para mais tarde!

Estava frio em Floripa, mas chegando ao campus da Unisul, onde seria realizado o evento, até parecia que tínhamos ido para a etapa de Lages: estava beeeeeeeem mais frio! A auditora Sabrina Iocken, de saia e apenas uma blusa com casaquinho, tremeu. “Mas eu vi na previsão do tempo que ia esquentar”, disse-me ela. “Mas é que ia passar de 10 para 15 graus”, brinquei. “É que carioca não pode ver um sol que já pensa que vai dar calor”, justificou.

O Ciclo é um evento enriquecedor não só para os participantes dos municípios, mas também para quem trabalha no evento, seja como palestrante ou na equipe de apoio. Convivemos mais de perto com os colegas ou ainda conhecemos gente que nem sabíamos que trabalhava no TCE/SC. Ao encontrar a servidora Rose Maria Bento (DCE) na sala do apoio, pensei que fosse alguém da Associação dos Municípios da Grande Florianópolis. Fiquei meio sem graça quando ela me disse que tinha quase 20 anos de Tribunal. Eu não a tinha reconhecido. Mas era sua estréia no Ciclo, por isso, para mim, era um rosto novo no evento. Já eu participo pela quarta vez. Aliás, temos vários calouros este ano no evento!

Encerrada as atividades da manhã, hora de almoçar. Comemos em um restaurante na própria universidade. Sentei à mesa com a Maria Thereza (Acom), o Moughan (DMU) e a Teresinha (DMU). Algumas dicas gastronômicas depois, sobre as melhores pizzas de Floripa, descobri que a azeitona preta e a verde são exatamente as mesmas. A preta é, na verdade, a azeitona verde madura. Não pesquisei no Google para confirmar a história, mas acho que a minha fonte – o Moughan - era segura, ainda mais com um nome e um sobrenome – Larroyd – chic desses. Ele disse que essa foi, inclusive, uma das principais descobertas da vida dele. Melhor assim, me senti menos “tansa”, como diz o manezinho!!!

Depois do almoço, nada como um docinho. E como já diz o ditado, quem poupa tem – aproveitei para comer o chocolatinho oferecido pelo Tancredo às 7h30! Depois, eu e mais alguns colegas ficamos lagarteando no sol, antes do início das atividades vespertinas, espantando um pouquinho o frio.

À tarde é sempre a hora em que sento para escrever a matéria sobre o evento. Ao colocar o depoimento de uma participante, me dei conta que não tinha anotado o nome da entrevistada. Resumindo, tive que ir atrás de outra pessoa para conversar, na hora do café. “Como tu selecionas o entrevistado entre os participantes do Ciclo?”, me perguntou a Maria Thereza, que pela primeira vez vai fazer a cobertura jornalística do evento - nas etapas da serra, do meio-oeste e vale do Itajaí - e que em Palhoça estava acompanhando as filmagens das palestras. “Ah, eu fico observando, vejo quem não está comendo, para não atrapalhar o lanche, quem tem uma carinha mais simpática. Resumindo, é na sorte mesmo. Às vezes o depoimento rende, é legal, bacana, outras vezes não, a pessoa só responde aham, sim, não, daí tenho que procurar outro entrevistado.”

Cinco da tarde, fim de Ciclo, em Palhoça. Cinco e meia, hora de vir embora. É gratificante trabalhar no evento, mas sempre cansativo, pois toma o dia inteiro. Às 21h30 eu já tinha capotado na cama! Agora, vamos aguardar pelos relatos da serra e do meio-oeste, que vão ser contadas pela Maria Thereza. Ah, e pensando bem, até que a etapa de Palhoça rendeu algumas boas histórias!

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