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Por Magda Audrey Pamplona, às 22h51, do dia 4 de julho
E começou mais um Ciclo de Estudos. Paralelamente à cobertura jornalística, a Acom vai procurar, na medida do possível, trazer um relato dos bastidores do evento por meio do Diário do Ciclo. Sim, atendendo a pedidos, ele está de volta!
Pois bem. A primeira etapa da 14ª edição do Ciclo foi a de Criciúma. Saímos de Florianópolis, na terça-feira (3/7), às 14h10. O dia em Floripa estava lindo! E ainda fazia calor. Na segunda-feira (2/7), eu já tinha visto a previsão do tempo na TV. O Ronaldo Coutinho disse que o calor vai persistir até quinta. E que só na sexta (6/7), quando já estaremos de volta, chega a frente fria.
Alguns servidores, e aí me incluo, têm lembranças traumáticas do frio de anos anteriores. Os que tiveram em São Miguel do Oeste em 2010 vão se lembrar dos 2 graus que fazia na manhã do evento. Eu não conseguia mexer meus pés, eles estavam congelados. E aqueles que foram à Campos Novos, no ano passado? Pegaram temperatura abaixo de zero, tadinhos! Contaram que a Iamara (Icon) chegou a sair para comprar um bota de pêlos, para esquentar os pés! Por isso, só temos a agradecer à natureza por nos presentear com esse veranico na semana de abertura do Ciclo.
Bom, fizemos uma parada em Laguna para um cafezinho. Ali pertinho da ponte de Cabeçudas. Depois, tocamos direto. Fomos recebidos em Criciúma por um belíssimo pôr-do-sol, que deixou o céu vermelho. Chegando ao hotel, só me dei conta de como o prédio era alto quando peguei a chave do quarto, que era o número 1406. No total, eram 21 andares. Como tem prédios altos nessa cidade!
“Nossa, é no décimo quarto andar?”, exclamei, sobre o meu quarto, à atendente. Pensei: “vou ter uma visão privilegiada”. Mas para minha decepção, meu quarto era de fundos. Tudo bem!
No outro dia de manhã, descobri que dei sorte. Alguns dos que ficaram em quartos de frente, não conseguiram dormir. “Parecia que estávamos às margens da BR”, disse a Flávia (DLC), sobre o barulho dos carros na madrugada. O hotel, o Crisul, na verdade fica na avenida Centenário.
Todos foram cedo para o evento. Saíram do hotel, às 7h40 da manhã. Aliás, há de se destacar o respeito aos horários por parte dos servidores que estão participando das etapas da região sul.
Fiquei no Crisul mais um pouco para acompanhar uma entrevista que o presidente daria, ao vivo, por telefone, para a Rádio Som Maior. Ao meio-dia, foi a vez de atender ao Jornal do Almoço. O conselheiro Fontes falou, também ao vivo, mas desta vez no estúdio, durante o bloco de programação local.
A ida ao chamado Morro da TV rendeu algumas risadas. Disseram para o Joel, motorista do presidente, que para chegar ao morro devíamos seguir em direção à Siderópolis. O problema é que ele cismou que Siderópolis era para um lado, quando na verdade era pra direção oposta. Mas como quem tem boca vai à Roma, paramos para perguntar a uma pessoa que passava na rua onde ficava o tal morro. E olha que o GPS do major Casanova já tinha apontado a direção certa. Mas acho que o Joel não quis confiar, pois a moça do aparelhinho tinha sotaque português.
Chegamos à RBS um pouco esbaforidos. Com medo de nos atrasar, estacionamos o carro no primeiro lugar que vimos, onde ficavam os carros da emissora. Resultado, não achamos a recepção e acabamos entrando no prédio literalmente pela porta dos fundos.
Já no evento, tudo correu bem. O pessoal do apoio sempre faz um trabalho excelente. A Estela (Icon) é uma mãezona, coordenando tudo com muita simpatia. O Adelqui (Icon) e o Hélio (Acom) são sempre solícitos, os famosos paus-pra-toda-obra. A Iamara é mais quietinha, mas muito organizada e dedicada.
Dois servidores do Icon, mais o Helinho, sempre se deslocam antes do grande grupo para deixar tudo preparado para o evento. Na terça-feira, por exemplo, eles saíram de Floripa às 8 da manhã. Na quarta, deixaram Criciúma às 14h30 e tocaram pra Capivari.
À noite, já em Tubarão, alguns servidores resolveram jantar no hotel, o Art. O garçom trazia o prato solicitado numa bandeja com tampa, que por sua vez vinha num carrinho. Não sei exatamente o nome do utensílio, mas parecia aquelas bandejas de desenhos animados, em que sempre tem um leitão dentro com uma maçã na boca. Super chic! Na hora de pedir sobremesa, a decepção: só havia salada de frutas. E salada de frutas por um acaso é sobremesa? Faça-me o favor! Eu queria um doce, algo com chocolate, leite condensado, tipo assim. Fruta a gente come no café da manhã. Ou se pelo menos fosse um fondue... O jeito foi se contentar com o chocolate do frigobar.
Bom, como eu disse no início do texto, o Diário do Ciclo será publicado na medida do possível. Pois nem sempre há tempo e condições de produzir o texto. Se esse Diário que vocês acabaram de ler saiu, agradeçam ao jogo Corinthians x Boca Juniors, pois fiquei assistindo à TV e redigindo. Se não fosse o jogo, com certeza eu já teria ido dormir, logo depois de ver a Carminha e o Tufão!
Agora vou desligar o computador e me concentrar no segundo tempo da partida!
Até a próxima!
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