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Os conselheiros José Carlos Pacheco, Wilson Rogério Wan-Dall e Luiz Roberto Herbst assumem, no dia 1º de fevereiro, os cargos de presidente, vice-presidente e corregedor-geral do Tribunal de Contas de Santa Catarina, para o biênio 2007/2009. O ato será realizado durante a sessão especial do Tribunal Pleno, marcada para as 18 horas no auditório do Órgão, em Florianópolis. Todos foram eleitos por unanimidade, em sessão extraordinária do Pleno, realizada no último dia 18 de dezembro.
Na solenidade de posse, que será transmitida ao vivo pela TVAL para todo o Estado - por cabo e por parabólica - e para a rede mundial de computadores - através do endereço eletrônico www.alesc.sc.gov.br -, o novo presidente do Tribunal de Contas vai anunciar as prioridades da sua gestão. A idéia é dar continuidade às ações já iniciadas pelas administrações anteriores, como a intensificação do papel de fiscalização e de orientação e a conclusão total do novo sistema de fiscalização das contas públicas (e-Sfinge), mantendo, assim, a posição de referência da Instituição no controle dos recursos, tanto nacional quanto internacionalmente.
Para assegurar o cumprimento de metas previstas no planejamento estratégico da Instituição, Pacheco quer ampliar a integração com o Ministério Público, Judiciário, Assembléia Legislativa, Governo do Estado e entidades como a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) e a União dos Vereadores de Santa Catarina (Uvesc). O objetivo é fortalecer as ações conjuntas essenciais à transparência e à correta aplicação do dinheiro público.
Outras iniciativas, a exemplo de projetos voltados à compreensão do papel do TCE pela sociedade, serão discutidas logo após a posse. Uma reunião será realizada com a participação do vice-presidente, Wilson Wan-Dall e do corregedor-geral, Luiz Roberto Herbst, além de diretores. O objetivo é montar um programa, seguindo, inclusive, as prioridades eleitas pelo Programa de Modernização do Controle Externo de Estados, Distrito Federal e Municípios Brasileiros (Promoex), com ênfase na agilização dos procedimentos de controle.
Mas antes de transmitir o cargo, o atual presidente do TCE, conselheiro Otávio Gilson dos Santos, fará um balanço da sua gestão, iniciada no dia 12 de setembro para dar prosseguimento à administração do conselheiro aposentado Luiz Susin Marini. Entre as ações que serão destacadas, estão o cumprimento das obrigações e competências do TCE - a fiscalização dos recursos públicos aplicados pelo Estado e pelos 293 municípios catarinenses -, o ingresso de 65 servidores através de concurso público, a orientação aos fiscalizados e, com o objetivo de fortalecer a integração com a sociedade, a realização de eventos alusivos à comemoração do meio século de existência da Instituição que, no ano passado, completou 51 anos de criação.
A instituição
O Tribunal de Contas de Santa Catarina é uma instituição pública de controle externo. Sua função principal é fiscalizar o uso dos recursos públicos pelo Estado (art. 59 da CE) e pelos 293 municípios catarinenses (art.113 da CE). O TCE verifica se os atos desses administradores estão de acordo com princípios constitucionais como os da legalidade, economicidade e moralidade. O objetivo é comprovar a correta aplicação dos recursos públicos e coibir fraudes, desvios, desperdícios e atos de corrupção.
Qualquer pessoa ou entidade, pública ou privada, que utilize dinheiros, bens ou valores públicos pelos quais o Estado ou qualquer um dos municípios responda, tem que prestar contas ao Tribunal.
Entre as principais atribuições constitucionais do TCE estão: apreciar as contas prestadas, anualmente, pelo governador do Estado e pelos prefeitos municipais, julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por recursos públicos, além de verificar a legalidade dos atos de admissão de pessoal na administração pública estadual e municipal e de fiscalizar as contas de empresas cujo capital social o Estado ou municípios participem. O Tribunal também fiscaliza a aplicação de quaisquer recursos repassados pelo Estado a municípios, através de convênios, e das subvenções a entidades privadas. Outra atribuição da Instituição é apurar denúncias que apontem ilegalidades nos órgãos públicos sujeitos a sua fiscalização - como prefeituras, câmaras municipais, secretarias e empresas estatais - e responder a consultas sobre interpretação de leis formuladas por gestores públicos.
O Tribunal de Contas é um órgão independente. Auxilia a Assembléia Legislativa do Estado e as câmaras municipais no controle das contas públicas, mas sem relação de subordinação. O TCE também não integra o Poder Judiciário, porque suas decisões são de natureza administrativa, já que julga as contas dos administradores públicos e não a eles próprios.
José Carlos Pacheco |
O conselheiro José Carlos Pacheco é natural do Rio Grande do Sul, onde nasceu em 31 de março de 1940. Formou-se em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Santa Catarina. Ingressou no Tribunal de Contas do Estado em 19 de março de 1974, nomeado por ato do Governador Colombo Machado Salles para exercer o cargo de auditor do Corpo de Auditores. Em 23 de julho de 2002, foi empossado no cargo de conselheiro no dia 23 de julho de 2002. Foi supervisor do Instituto de Contas do TCE de Santa Catarina, biênio 2003/2005 e vice-presidente do Órgão, no biênio 2005/2007. Durante sua vida estudantil, dirigiu o Diretório Acadêmico de Economia e Direito da UFSC e a Federação Catarinense de Desportos Universitários. Começou no serviço público estadual em 1970, no antigo Plameg - Plano de Metas do Governo, e no ano seguinte passou a trabalhar como Secretário Particular e Chefe de Gabinete do Governador Colombo Machado Salles. Com expressiva atuação comunitária, Pacheco é 1º vice-provedor da Irmandade do Senhor Jesus dos Passos, mantenedora do Hospital de Caridade, presidente de honra do Albergue Noturno "Manoel Galdino Vieira", entidades filantrópicas que funcionam em Florianópolis, e ex-presidente da Confederação Maçônica do Brasil. Em dezembro de 2006, tomou posse como membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. |
Wilson Rogério Wan-Dall |
O conselheiro Wilson Rogério Wan-Dall é natural de Gaspar (SC), onde nasceu em 21 de julho de 1955. Ingressou no Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina no dia 16 de fevereiro de 2000, no cargo de conselheiro. Foi corregedor-geral do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, biênio 2005/2007. Iniciou na atividade política elegendo-se vereador em 1982 pelo município de Blumenau. Em seguida, foi eleito deputado estadual em 1986. Foi reeleito para a Assembléia Legislativa nos pleitos de 1990, 1994 e 1998. |
Luiz Roberto Herbst |
O conselheiro Luiz Roberto Herbst é natural de Mafra (SC), onde nasceu em 19 de outubro de 1955. Ingressou no Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, no dia 29 de março de 2000, no cargo de conselheiro . É Engenheiro Civil formado pela Fundação Universidade Regional de Blumenau - FURB em 1981. Foi professor de Matemática e Física no Colégio Estadual Pedro II, em Blumenau e na Fundação Norte Catarinense de Ensino -FUNORTE, em Mafra. Iniciou sua vida pública elegendo-se vereador no município de Mafra com mandato no período de 1989 a 1992. Elegeu-se deputado estadual em 1994. Em 1999, exerceu a vice-liderança de seu partido, o PMDB. |
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