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Presidente do TCE/SC destaca que eixos presentes no projeto SC Ainda Melhor estão no foco da atuação do órgão de controle

seg, 20/06/2022 - 16:55
Dez pessoas, entre autoridades e representantes da NSC Comunicação, estão em pé e segurando uma publicação com capa preta. Atrás delas, há uma mesa, e, ao centro, as bandeiras do Brasil e de Santa Catarina e um banner do projeto. Acima, no telão, há o texto SC Ainda Melhor - Eleições 2022.

O presidente do Tribunal de Contas de Santa Catarina, conselheiro Adircélio de Moraes Ferreira Júnior, ressaltou, na manhã desta segunda-feira (20/6), a importância do papel da imprensa para combater as notícias falsas e a desinformação, especialmente em anos eleitorais. “A imprensa livre é um dos pilares da democracia”, destacou durante o lançamento do projeto SC Ainda Melhor – Eleições 2022 feito por integrantes da NSC Comunicação, no auditório do TCE/SC, em Florianópolis. “As fake news são perversas e atuam para abalar a credibilidade das instituições”, afirmou. 

Para um público formado por autoridades, entre elas o governador Carlos Moisés da Silva, os presidentes da Assembleia Legislativa, deputado estadual Moacir Sopelsa, do Tribunal de Justiça, desembargador João Henrique Blasi, e do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, desembargador Leopoldo Augusto Brüggemann, e o chefe do Ministério Público de Santa Catarina, procurador-geral de Justiça Fernando da Silva Comin, o conselheiro Adircélio enalteceu a inciativa por considerar fundamental o diálogo com a sociedade, por meio de seus representantes, das suas instituições públicas e privadas. 

Presidente AdircélioSob a organização dos presidentes do Conselho de Administração do Grupo NC, Carlos Eduardo Sanchez, e da NSC em Santa Catarina, Mário Neves, o evento contou com a participação dos conselheiros Wilson Rogério Wan-Dall, Luiz Eduardo Cherem, Luiz Roberto Herbst, José Nei Ascari e César Filomeno Fontes, além do conselheiro aposentado Salomão Ribas Junior. “O fato de sediarmos esse evento tem a ver com o nosso papel em contribuir com a boa governança pública e com a nossa missão constitucional de controlar o bom uso dos recursos, com vistas à melhoria das políticas públicas e dos serviços públicos destinados à nossa sociedade catarinense”, enfatizou o presidente do TCE/SC. 

Também estavam presentes a coordenadora de Projetos Especiais e Relação com a Sociedade Civil da prefeitura de Florianópolis, Zena Becker — que representou o prefeito de Florianópolis, Topázio Silveira Neto —, o secretário de Estado da Administração, Jorge Tasca, os senadores Jorginho Mello e Esperidião Amin, o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina, Mario Cezar Aguiar, a presidente da Associação Catarinense de Imprensa, jornalista Déborah Almada, entre outras autoridades, outros profissionais da imprensa, servidores e representantes da sociedade.  

Conselheiro aposentado Salomão Ribas JuniorNa oportunidade, foi apresentado o resultado do trabalho de pesquisa realizado por uma equipe formada por mais de 50 jornalistas da NSC que ouviu 81 entidades representativas sobre o que desejam para o futuro do Estado. As manifestações das entidades ouvidas foram compiladas pelo escritor, advogado e doutor em Direito Salomão Ribas Junior em um livro-documento que traz as prioridades de investimentos e os caminhos para o fortalecimento do Estado nos próximos quatro anos. “Esse é um documento auxiliar para que haja um debate construtivo e para que haja uma eleição que leve em conta as plataformas eleitorais e os futuros planos de governo no exercício das funções executiva e legislativas”, disse Ribas Jr. 

A partir de entrevistas e consultas, foram identificados cinco eixos que vão nortear a cobertura eleitoral da empresa de comunicação. São eles: investimento em infraestrutura; educação e qualificação de mão de obra; ampliação do protagonismo de Santa Catarina; eficiência na gestão e visão de estadista; e investimento em saúde a longo prazo. Falaram sobre cada eixo os jornalistas Estela Benetti, Ânderson Silva, Dagmara Spautz, Raphael Faraco e Renato Igor.  

“Quando os nossos consultados falam em plano de estado, eles não se referem apenas ao Poder Executivo”, comentou o conselheiro aposentado ao lembrar que estado contempla, também, o Legislativo, o Judiciário, o Ministério Público e o Tribunal de Contas. “É desse conjunto que se espera uma compilação para que os planos sejam, efetivamente, planos de políticas públicas definidas pelo Estado. É por isso que esse documento é acrítico, apolítico e apartidário, para que se traduza a opinião da sociedade civil organizada”, realçou. 

Segundo o presidente do TCE/SC, conselheiro Adircélio de Moraes Ferreira Júnior, tais temas estão no foco da atuação do Tribunal de Contas, pois impactam na sociedade e, em termos macroeconômicos e fiscais, nas contas públicas, a partir de um novo paradigma do controle. “Eu acredito em um controle mais proativo, uma antítese do controle reativo tradicionalmente exercido pelos órgãos de contas, e em um controle assertivo, também como antítese ao controle refratário, aquele controle que tem que ser um parceiro do bom gestor”, salientou. “E, nesse processo, é muito importante o diálogo, pois não se controla aquilo que não se conhece e ninguém conhece melhor os problemas da gestão do que o gestor”, acrescentou. 

 

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